Hoje não é bem um dia de festa.
Hoje é dia de ouvir . Ouvir testemunhos dos que escaparam dos campos .Quem ouve um testemunho torna-se de certa maneira testemunha tb.
Sendo assim ,ouvir para poder contar daqui a uns anos o que se passou. Contar que a solução final não impediu que 60 depois os judeus se mantenham vivos ,passando o seu testemunho .
Hoje não é dia de festa. Os campos existiram porque a Europa deixou , deixou que houvesse racismo ,discriminação , e nada fez para o evitar.
Hoje é dia de ouvir os que ainda estão vivos e nos passam o seu testemunho , e recordar os que nos passaram os seus testemunhos e já partiram.
Sim, hoje não é dia de festa...
Beijo triste, BShell
Triste... mas a nunca esquecer!
Afixado por: M. (de Manuela) em janeiro 27, 2005 11:26 PMNada a dizer...
Afixado por: Carlos Tavares em janeiro 28, 2005 10:51 AMDos dias tristes que nunca se devem esquecer.
Afixado por: zarp em janeiro 28, 2005 06:30 PMsem dúvida um dia triste!
sem dúvida a recordar o que se passou,aquilo que se deixou acontecer, aquilo que não se previu!
sem esquecer que não foram só os judeus a perder,mas também outras minorias(e por qu^e minorias?) como os ciganos, que tiveram muitos refugiados, muitos dos seus em campos de concentração! não esquecer a mancha que ficou na alemanha, a mancha na história que de certa maneira não passou impune!
não esquecer o filho da austria que mostrou o quanto o ser humano consegue ser manipulador e se deixa ser manipulado!
a não esquecer, o relevo que agora se dá a esta situação! daqui a 60 anos dar-se-à relevo a quê?
a tomar nota: não repetir os erros do passado!
pergunta: não estarão já a ser repetidos?
Afixado por: impressãodigital em janeiro 28, 2005 11:03 PMAnnie, De corazón comparto el sentimiento y me uno a las manifestaciones recordatorias de este aniversario.
Ame
Até quando se lembrará este dia com palavras ditas na primeira pessoa? E depois, quem lembrará? Como lembrará?
Numa das revistas do Expresso da semana passada estava uma reportagem bem interesante sobre estas perguntas. Aconselho vivamante. Afinal, no presente e no futuro cabe-nos a nós evitar a repetição do passado.
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